lunes, 28 de febrero de 2022

Shadow DN5

Tom Pryce
Fórmula 1, GP Brasil, 1976
Spark
Shadow







4 comentarios:

  1. Subiendo al podio para firmar autógrafos con un bolígrafo BIC, aunque en mi casa siempre se escribía con una birome. La falta de UOP ya marcaba a un equipo sin suerte (qué buenos eran Peter Revson y Tom Pryce), pero que tuvo la valentía, como Penske o Gurney de venir a Europa. Siempre se les echará de menos. Tú, al menos, tienes todo un arsenal de calidad en la vitrina.
    Saludos.

    ResponderEliminar
    Respuestas
    1. Bernardo, acá a los BIC (los más usados) los llamábamos birome; lo otro que se solía utilizar eran las lapiceras. Y el lápiz, claro está.
      Sin UOP desde 1976 Shadow comenzó a sufrir la falta de presupuesto. A Revson casi no lo vi correr, para mí Shadow siempre será sinónimo de Jarier y Pryce. En mi vitrina de la marca tengo once F1 y tres CanAm.
      Abrazo!

      Eliminar
  2. Com Juahn estou aptendendo a gostar das miniaturas antes que os carros originais.

    Esse Shadow de 1976 era feio e não foi bem como na temporada de 1975.

    Mas a miniatura é linda e parece bem feita.

    Eu vi Revson, de McLaren, em 1973, e de Shadow, em 1974, em Interlagos.

    Vi o show de Jarier, em 1975. Em 1976 era clarobque Pryce era melhor e mais consistente que Jarier.

    Mas onque me chamou a atenção foi saber que sua coleção contempla 11 monopostos: que belo tesouro!

    ResponderEliminar
    Respuestas
    1. Walter, é que as miniaturas têm a beleza que acompanha qualquer maquete. Pessoalmente, o DN5 sempre me pareceu bonito, tanto em 1975 quanto em 1976 (eram os mesmos, exceto pela publicidade). Jarier poderia ter vencido os GPs do Brasil em 1975 e 1976 com este mesmo carro, a sorte não estava do seu lado.
      Exatamente, eu tenho 11 carros Shadow mais 3 modelos CanAm. E eu quero ter mais!
      Abraço!

      Eliminar

Grand Prix (1966)

Grand Prix (1966)

Le Mans (1971)

Le Mans (1971)

1966

1966

1966/67

1966/67

1967/68

1967/68

1968

1968